quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A dor do outro

                         
                                    "Quando você sente a dor do outro, fica difícil voltar atrás"

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Cura

"Manifeste o puro presente, porque você é aqui e agora um ser eterno e livre, completo e sereno. Desde o mais puro do seu ser descubra a simplicidade de ser luz e de manifestar a cada ação o sentir da unidade. Enraíze o poder da presença que se expande através da ação consciente. Servir é oferecer em cada ato um presente à sua consciência. O serviço (o vício de ser), desde a presença, te leva ao todo, com amor incondicional, de maneira simples e perfeita, abraçado em um campo de amor que circula eternamente.
O serviço é um caminho de profunda compaixão, não há condições nem expectativas, há apenas uma doação que vem da presença e do sentir do seu coração. Ao servir incondicionalmente você abre completamente seu campo de visão, se expande e não vê limites em mais nada para sua vida. O serviço é um dom dos anjos, eles apenas servem e assim que os milagres inesperados acomtecen. Quando escolhemos servir em presença e compaixão entramos nessa vibração angelical, abrimos portais do ilimitado, acessando a essência divina que está em todos os seres. Doando ainda mais do seu serviço ganharás consciência de que sempre tem um campo de abundância infinito a te sustentar."

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

O grito

Tem sido uma semana conturbada. Por conta das eleições, vejo pessoas da minha convivência, muitas vezes do meu círculo de confiança, manifestando abertamente preconceitos, ódio, desconectadas da realidade, da miséria, dos problemas da sua cidade, estado, país. Tenho plena certeza da minha ignorância, do meu conhecimento superficial sobre um milhão de coisas. Mas sei também, que graças ao meu trabalho, minha faculdade, às relações que venho construindo, certas coisas são mais claras pra mim. Homofobia, preconceitos de classe, machismo, racismo. Tudo sendo tolerado, muitas vezes usado como escudo para não ver, não conhecer, não ajudar, não se mexer. Sou taxada de idealista, lunática, avoada, e muitas vezes, acusada de não saber "nada". Mas sei dos privilégios da minha vida, de como tudo foi mais fácil pra mim, e de que não é certo eu me conformar com as desigualdades. E sei também que ela não vai ser resolvida e muito menos entendida por esses que cospem números, ofensas, preconceitos e tristeza.